História
Linha do tempo
Aqui você encontra todas as versões e marcos do projeto em ordem cronológica, da ideia aos dias de hoje. Faça parte desta história.
- Marco
O incômodo que virou projeto
Na roda de conversa “Quem fica de fora quando a IA funciona?”, no Community Lounge do TDC Summit São Paulo, a acessibilidade aparece tratada como conformidade e punição. O incômodo sai da sala com uma pergunta: e se as regras entrassem no contexto da IA antes da primeira resposta?
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O repositório fica público
A premissa desde o primeiro commit: acessibilidade como pré-condição, não como retrofit — um arquivo markdown que qualquer agente de código consegue ler.
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Primeira menção pública — no mesmo dia
O Frontend Dogma, arquivo de acessibilidade de Jens Oliver Meiert, lista o projeto no dia em que ele nasce.
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Primeira estrela, um dia depois
A primeira pessoa a marcar o repositório com estrela chega em menos de 24 horas (@mewmewdevart, registrado pela API do GitHub).
- Marco
Primeiro fork
No segundo dia, alguém leva uma cópia para trabalhar em cima (@Hiltonjunior). Um padrão só existe quando sai da mão de quem o escreveu.
- Marco
“A IA não conserta sistemas inacessíveis. Ela escala o que encontra.”
Vitor David (ABNT CB-040, o comitê da NBR 17225) publica a frase que resume o problema que o projeto ataca — e que está nesta página até hoje.
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Primeiro teste independente
Maria Eduarda Iwashita roda um A/B com sessão cega contra uma versão pré-1.0 — sem pedir licença, que é como ciência funciona. Os achados dela voltam a esta linha do tempo em agosto.
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A primeira palestra em nome do projeto
No Meetup Design Imparável (Sem Parar + IxDF São Paulo), numa noite de chuva forte, o projeto é apresentado em público pela primeira vez — da roda do TDC à tese de que acessibilidade se decide antes de qualquer prompt.
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v1.0.0 — perfis, contrato, biblioteca
Os três perfis de conformidade (Shield, Standard, Launchpad), o contrato de comportamento da IA e a biblioteca de guias técnicos formam a primeira versão estável.
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Selecionado para o Claude for Open Source
O projeto entra no programa da Anthropic de apoio a mantenedores de código aberto no mundo todo.
- Release
v1.1.0 — precisão normativa e tradução nativa
Todo requisito passa a citar o critério WCAG por número, separado das Regras da Casa†. E a camada de tradução para iOS, Android, React Native e Flutter — a única do campo — entra na biblioteca.
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Este site entra no ar — construído sob o próprio padrão
Dogfooding no perfil mais exigente (Shield), com relatório de conformidade público. As lacunas que a construção expôs viraram regras do padrão — inclusive a que protege conteúdo refém de JavaScript.
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O padrão chega a um prédio de verdade
O portal dos CEUs de São Paulo (Faculdade Phorte × Prefeitura, design de Marcelo Vignola) nasce com o A11Y.md nas regras de trabalho da IA — e a conversa transborda da tela: o time passa a estudar melhorias físicas de acessibilidade nos próprios centros educacionais.
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Benchmark pré-registrado — antes de qualquer dado
Metodologia e prompts publicados antes da coleta, para que o resultado possa ser contestado e reproduzido. O padrão exige evidência dos outros; cobra o mesmo de si.
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v1.2.0 — nascida de um post-mortem de campo
Um agente aplicou o padrão por semanas e nunca gerou os artefatos de evidência. A lição — a obrigação existia, o gatilho não — virou regra, e o repositório ganhou seu primeiro verificador executável.
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v1.3.0 — uma pergunta da comunidade vira regra
“Como o padrão trata o alt quando o usuário fornece a imagem?” Não tratava. Agora trata: Image Evidence, com a decisão humana como parte da regra, não como cortesia.
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v1.5.0 — mídia temporal, acessibilidade cognitiva e a auditoria
Vídeo e áudio ganham contrato próprio, os critérios cognitivos da WCAG 2.2 entram no piso — e a auditoria pré-release descobre que o gate de conformidade estava neutralizado pelo próprio template. Consertado e contado no changelog.
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v1.6.0 — o teste independente vira regra
O bug que o estudo de junho encontrou — uma referência ARIA órfã que passou por todas as ferramentas — entra na Seção 6 como anti-pattern, com crédito nominal a quem o achou.
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v1.7.0 — quem gerou não assina sozinho
Verificação Independente entra no contrato: o agente que escreveu o código não pode ser a única testemunha de que ele está conforme. Cinco guias novos — inclusive o de interfaces generativas — e a validação por voz no checklist.
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v1.8.0 — o núcleo emagrece, a biblioteca engorda
O arquivo núcleo perde 10% sem perder uma obrigação: o racional muda para os guias, onde o lazy loading o serve sob demanda. Um check novo garante que fique assim — regra de endereço, nunca teto de conteúdo.
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A comunidade ganha portas
Discussions abertas, formulários de contribuição (relatos de campo, errata, propostas, galeria) e política de segurança completa. Naquele dia, o repositório marcava 363 estrelas e 15 forks — com 18 regras no contrato e 29 guias na biblioteca.
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Os dois estudos de eficácia são publicados
Dois estudos pré-registrados, com placebo e julgamento cego: 400 gerações e 30 jornadas de agentes reais. O relato completo — vitórias, empates e quatro defeitos de instrumento documentados — vira página permanente do site.
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v2.0.0 — o marco pós-estudo
Cada mudança grande nasceu de um número dos estudos: contraste calculado por ferramenta determinística, a norma brasileira NBR 17225 mapeada, um guia pioneiro para tradutores de Libras, a camada da web agêntica — e uma dieta de tokens guiada por evidência que pagou todo o crescimento.
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