História

Linha do tempo

Aqui você encontra todas as versões e marcos do projeto em ordem cronológica, da ideia aos dias de hoje. Faça parte desta história.

  1. Marco

    O incômodo que virou projeto

    Na roda de conversa “Quem fica de fora quando a IA funciona?”, no Community Lounge do TDC Summit São Paulo, a acessibilidade aparece tratada como conformidade e punição. O incômodo sai da sala com uma pergunta: e se as regras entrassem no contexto da IA antes da primeira resposta?

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  2. Marco

    O repositório fica público

    A premissa desde o primeiro commit: acessibilidade como pré-condição, não como retrofit — um arquivo markdown que qualquer agente de código consegue ler.

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  3. Marco

    Primeira menção pública — no mesmo dia

    O Frontend Dogma, arquivo de acessibilidade de Jens Oliver Meiert, lista o projeto no dia em que ele nasce.

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  4. Marco

    Primeira estrela, um dia depois

    A primeira pessoa a marcar o repositório com estrela chega em menos de 24 horas (@mewmewdevart, registrado pela API do GitHub).

  5. Marco

    Primeiro fork

    No segundo dia, alguém leva uma cópia para trabalhar em cima (@Hiltonjunior). Um padrão só existe quando sai da mão de quem o escreveu.

  6. Marco

    “A IA não conserta sistemas inacessíveis. Ela escala o que encontra.”

    Vitor David (ABNT CB-040, o comitê da NBR 17225) publica a frase que resume o problema que o projeto ataca — e que está nesta página até hoje.

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  7. Marco

    Primeiro teste independente

    Maria Eduarda Iwashita roda um A/B com sessão cega contra uma versão pré-1.0 — sem pedir licença, que é como ciência funciona. Os achados dela voltam a esta linha do tempo em agosto.

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  8. Marco

    A primeira palestra em nome do projeto

    No Meetup Design Imparável (Sem Parar + IxDF São Paulo), numa noite de chuva forte, o projeto é apresentado em público pela primeira vez — da roda do TDC à tese de que acessibilidade se decide antes de qualquer prompt.

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  9. Release

    v1.0.0 — perfis, contrato, biblioteca

    Os três perfis de conformidade (Shield, Standard, Launchpad), o contrato de comportamento da IA e a biblioteca de guias técnicos formam a primeira versão estável.

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  10. Marco

    Selecionado para o Claude for Open Source

    O projeto entra no programa da Anthropic de apoio a mantenedores de código aberto no mundo todo.

  11. Release

    v1.1.0 — precisão normativa e tradução nativa

    Todo requisito passa a citar o critério WCAG por número, separado das Regras da Casa†. E a camada de tradução para iOS, Android, React Native e Flutter — a única do campo — entra na biblioteca.

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  12. Marco

    Este site entra no ar — construído sob o próprio padrão

    Dogfooding no perfil mais exigente (Shield), com relatório de conformidade público: o site segue o padrão que divulga.

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  13. Marco

    O padrão chega a um prédio de verdade

    O portal dos CEUs de São Paulo (Faculdade Phorte × Prefeitura, design de Marcelo Vignola) nasce com o A11Y.md nas regras de trabalho da IA — e a conversa transborda da tela: o time passa a estudar melhorias físicas de acessibilidade nos próprios centros educacionais.

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  14. Marco

    Benchmark pré-registrado — antes de qualquer dado

    Metodologia e prompts publicados antes da coleta, para que o resultado possa ser contestado e reproduzido. O padrão exige evidência dos outros; cobra o mesmo de si.

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  15. Release

    v1.2.0 — a evidência ganha gatilho

    Os artefatos de evidência deixam de depender de alguém lembrar de pedir: relatório, decisões e exceções passam a ter gatilho no contrato, e o repositório ganha seu primeiro verificador executável.

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  16. Release

    v1.3.0 — uma pergunta da comunidade vira regra

    “Como o padrão trata o alt quando o usuário fornece a imagem?” Não tratava. Agora trata: Image Evidence, com a decisão humana como parte da regra, não como cortesia.

    Notas da versão (abre em nova aba)
  17. Release

    v1.5.0 — mídia temporal e acessibilidade cognitiva

    Vídeo e áudio ganham contrato próprio, e os critérios cognitivos da WCAG 2.2 entram no piso do padrão.

    Notas da versão (abre em nova aba)
  18. Release

    v1.6.0 — o teste independente vira regra

    O bug que o estudo de junho encontrou — uma referência ARIA órfã que passou por todas as ferramentas — entra na Seção 6 como anti-pattern, com crédito nominal a quem o achou.

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  19. Release

    v1.7.0 — quem gerou não assina sozinho

    Verificação Independente entra no contrato: o agente que escreveu o código não pode ser a única testemunha de que ele está conforme. Cinco guias novos — inclusive o de interfaces generativas — e a validação por voz no checklist.

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  20. Release

    v1.8.0 — o núcleo emagrece, a biblioteca engorda

    O arquivo núcleo perde 10% sem perder uma obrigação: o racional muda para os guias, onde o lazy loading o serve sob demanda. Um check novo garante que fique assim — regra de endereço, nunca teto de conteúdo.

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  21. Marco

    A comunidade ganha portas

    Discussions abertas, formulários de contribuição (relatos de campo, errata, propostas, galeria) e política de segurança completa. Naquele dia, o repositório marcava 363 estrelas e 15 forks — com 18 regras no contrato e 29 guias na biblioteca.

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  22. Marco

    Os dois estudos de eficácia são publicados

    Dois estudos pré-registrados, com placebo e julgamento cego: 400 gerações e 30 jornadas de agentes reais. O relato completo — vitórias, empates e quatro defeitos de instrumento documentados — vira página permanente do site.

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  23. Marco

    A conversa entra na Natura

    Painel sobre acessibilidade e inclusão dentro da Natura, ao lado de Simone Freire, fundadora do movimento Web para Todos, e de Vitor David, do CB-040 da ABNT e autor da frase que abre este site. O tema saindo do círculo de especialistas e entrando nas decisões e na cultura das organizações — exatamente a aposta deste projeto.

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  24. Release

    v2.0.0 — o marco pós-estudo

    Cada mudança grande nasceu de um número dos estudos: contraste calculado por ferramenta determinística, a norma brasileira NBR 17225 mapeada, um guia pioneiro para tradutores de Libras, a camada da web agêntica — e uma dieta de tokens guiada por evidência que pagou todo o crescimento.

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  25. Release

    v2.0.1 — a consequência do Estudo 3

    O critério mais duro do Estudo 3 falhou, e a tabela de consequências escrita antes da coleta cobrou o combinado: a Seção 6 passa a nomear o molde exato que sobreviveu às duas versões — o carrossel anunciado como abas sem os papéis de aba — com as duas saídas honestas. Nada mais mudou.

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  26. Marco

    Estudo 3 — a versão nova volta à bancada

    O segundo movimento formal: a 2.0.0 contra a 1.8.0, nos mesmos agentes, com registro público antes do primeiro dado. As duas empatam no teto da régua automática, o critério mais duro falha dos dois lados — e a medição que não empata é a da prestação de contas: 19 de 19 com o padrão, 0 de 20 sem.

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  27. Release

    v2.0.2 — os endereços que o agente busca

    Nenhuma obrigação mudou. Mudou o endereço de tudo o que um agente busca: a frase de invocação, os guias carregados sob demanda e os scripts passam a apontar para o arquivo puro no GitHub, e não mais para a página. A frase também deixa de dizer "A11Y.md" antes do link, porque .md é um domínio de internet e o chat de uma IDE podia transformar o nome em link para o site errado.

    Notas da versão (abre em nova aba)
  28. Release

    v2.1.0 — o recibo

    Os estudos mediram o que o modelo faz quando lê o padrão. Agora o padrão também cobra a evidência que o agente escreve depois: o verificador roda antes de toda entrega e avisa quando for negado, enxerga no código o que o axe não vê, e cada razão de contraste do relatório é recalculada pela fórmula em vez de acreditada.

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  29. Release

    v2.2.0 — os cenários

    Desde a v1.7.0 alguém que não escreveu o código precisa testemunhar que a interface funciona, mas nada dizia a essa pessoa o que procurar. Agora cada guia de componente termina com cenários de verificação: o que deve acontecer por teclado e o que o leitor de tela precisa anunciar, no computador e no celular. O formato veio do Magoo, a biblioteca de comportamentos de Marcelo Sales. Entraram também um guia para checkbox, radio, switch, slider e select e o campo que diz contra qual versão do padrão o relatório foi verificado.

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  30. Marco

    A conversa chega à Liga Voluntária do Web para Todos

    Pela primeira vez o projeto é apresentado à comunidade de acessibilidade, e não à de design ou à de tecnologia. A 28ª Reunião da Liga Voluntária do Web para Todos recebe a conversa, conduzida por Simone Freire, fundadora do movimento, sobre como o padrão nasceu, o que ele faz e como se usa. Há pessoas cegas na sala, e a conversa abre pela autodescrição.

    Conhecer a Liga Voluntária (abre em nova aba)